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setembro 02, 2013

Da série: Os textos que não tenho coragem de colocar no seu armário.

Primeiro texto 29/09/2013

Gosto de ser livre. Despreocupada. Curtir e não me importar com o amanhã. Às vezes essa minha loucura, cansa. Como cansei.
E hoje, inesperadamente, chorei por você outra vez. Mas dessa vez, foi ao te ver chorar.
Que dor horrível!
Como eu queria ser o ombro que cosolou suas lágrimas, assim como o seu era para mim, no passado.
Por que só você consegue fazer isso comigo, mesmo que distante?
Afinal, o que queremos um do outro?
Um garoto tão doce e sentimental.
Uma mulher podre.
Olhando daqui do fundo, morta de ciúmes, até acho que ela te mereça mais do que eu.
Mas o meu coração insistente e inútil, não te esquece.
Vai ver que o meu sentimento por você não seja forçado, não seja piada.
É forte, fala baixinho, fica acanhado quase imperceptível em meio a toda essa minha euforia.

Incertos e confusos.
Apaixonados e separados.
Eu aqui.
Você aí.
Longe...

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