janeiro 31, 2014
Os rascunhos voltaram a ser rascunhos
janeiro 27, 2014
O que você quiser compreender
janeiro 23, 2014
Mesmice alheia
Os amigos são os mesmos. O quarto tem o mesmo cheiro. As unhas estão pintadas da mesma cor escura de sempre. Ainda usa o mesmo óculos e corte de cabelo. O caderno azul onde escreve seus desabafos continua ao lado da cama. Porém, a garota que ia para balada quase todos os finais de semana, agora lê, trancada em seu refúgio pouco iluminado. Em dias de lua, principalmente. Ela apaga as luzes, acende seu incenso de flores e recebe o brilho do luar por horas. Às vezes canta, às vezes chora, às vezes escreve. Sempre sozinha. Tudo está muito superficial. janeiro 20, 2014
A-M-O-R
Mas afinal, onde está o bendito amor?
Com isso não digo que o amor não existe, mas geralmente ele some. Hoje, falta amor em tudo. Amor na família. Amor nas atitudes. Amor entre as pessoas desconhecidas. Amor entre os amigos. Amor pelas coisas simples do dia-a-dia. Amor entre homem e mulher - ou mulher e mulher, ou homem e homem. Falta amor próprio. E essa última acaba decepcionando mais. Se você não está contente consigo é sinal de que falta amor e que a mudança é sim necessária quando amamos. Quando amamos nós mesmos.
O que você quer pra você coração?
Amor. Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição. Sinta afeição por si. Assim surgirá:
Amor livre.
Amor cortês.
Amor platônico.
Amor afetivo.
Amor fraternal.
Amor Eros.
Amor amor.
Pois é, tanto amor e ninguém o vê.
Talvez o mundo fosse mais feliz se esse sentimento fosse compartilhado e reconhecido.
E qualquer tipo de amor existisse para todos.
Qualquer amor.
janeiro 17, 2014
Inspirada na madrugada
As pessoas são bem estúpidas.
Não sei como acabam se apaixonando umas pelas outras.
Acho que assim podem compartilhar um pouco de estupidez.
Ou um pouco de suas atitudes monótonas.
São sempre as mesmas almas vazias saindo nas noites de sábado buscando um preenchimento.
E eu, sinceramente, prefiro ser preenchida pelo brilho do luar.
Que mesmo longe me toca intensamente.
E me faz pensar porque as pessoas são tão diferentes do que são, ao se relacionarem.
Certamente, o brilho continua o mesmo.
As vezes se esconde.
Mas sempre o mesmo.
Talvez esse seja o meu erro.
Ser sempre eu.
E não como os outros pensavam que eu fosse.
Pensar sobre como sou, decepciona ao conhecer quem sou.
Assim, acabo me tornando solitária.
Como a lua na imensidão do universo.


